quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Amor Poliglota...

Para que a linguagem nunca seja uma barreira nos assuntos do coração, aprende a dizer "amo-te" em várias línguas... Para assim puderes surpreender aquela pessoa especial, seja qual for a língua que ela falar!

Declara-te!


Amo-te em...

Árabe - Ohiboke (do homem para a mulher)
Árabe - Ohiboka (da mulher para o homem)
Alemão - Ich liebe Dich
Búlgaro - Obicham te
Cantonês - Ngo oi ney
Dinamarquês - Jeg elsker dig
Eslovaco - lubim ta
Espanhol - Te amo
Espanhol - Te quiero
Esperanto - Mi amas vin
Finlandês - Mina" rakastan sinua
Francês - Je t'aime
Galês - 'Rwy'n dy garu di
Húngaro - Szeretlek
Hebraico - Ani ohev otach (do homem para a mulher)
Hebraico - Ani ohevet otcha (da mulher para o homem)
Holandês - Ik ben verliefd op je
Holandês - Ik hou van jou
Inglês - I love you
Iraniano - Mahn doostaht doh-rahm
Irlandês - taim i' ngra leat
Islandês - Eg elska thig
Italiano - ti amo
Japonês - Aishiteru
Javanês - Kulo tresno
Klingon -qabang qaparHa' (depende da galáxia em que você está)
Latim - Te amo
Libanês - Bahibak
Mandarin - Wo ai ni
Mohawk - Konoronhkwa
Navaho - Ayor anosh'ni
Norueguês - Eg elskar deg
Português - Amo-te
Português (Brasil) - Eu te amo
Russo - Ya polubeel s'tebya
Russo - Ya tebya liubliu
Russo - Ya vas liubliu
Sueco - Jag a"lskar dig
Tcheco - miluji te
Turco - Seni Seviyorum
Vietnamita - Toi yeu em
Yiddish - Ich libe dich
Zulu - Mena Tanda Wena

Frases de Amor...

Há quem acredite que "as mais belas frases de amor são ditas no silêncio de um olhar"... Para todos aqueles que acreditam que um bela frase, dita no momento oportuno pode tornar qualquer situação intemporal e inesquecível, ficam aqui as nossas sugestões!

Declara-te!

Frases de Amor


Quem disser que pode amar alguém pela vida inteira é porque mente."

Florbela Espanca


"Amor é fogo que arde sem se ver. É ferida que dói e não se sente."
Luis de Camões


"O amor é uma luz que não deixa escurecer a vida."

Camilo Castelo Branco


"Quem não considera os defeitos do ser amado como virtude, não ama."

Goethe


"Amor: uma perigosa doença mental"

Platão


"O amor pode fazer um cão ladrar em versos."

John Fletcher


"Como são sábios aqueles que se entregam às loucuras do amor!"

Joshua Cooke

História de Amor...

O amor é certamente o tema mais explorado e, por certo, aquele que mais inspirou e inspira grandes artistas e escritores.

As grandes histórias de Amor dão alento aos comuns corações, que batem por um toque especial, por uma troca de olhares, por um beijo terno que pare o tempo!

O poeta disse que o "sonho alimenta a vida", acredito que o amor, ou sonhar com o amor é que alimenta a vida!

Pedro & Inês de Castro


Inês de Castro chegou a Portugal em 1340, integrada como aia no séquito de Constança Manuel, filha de João Manuel de Castela, um poderoso nobre descendente da Casa real Castelhana, que iria casar com o príncipe Pedro, herdeiro do trono Português.

O príncipe apaixonou-se por Inês pouco tempo depois, negligenciando a mulher legítima, Constança, e pondo em perigo as débeis relações com Castela. Tentando separar Pedro e Inês, Constança convida Inês como madrinha do seu primeiro filho varão, o Infante Luís (1343), já que de acordo com os preceitos da Igreja Católica de então, uma relação entre um dos padrinhos e um dos pais do baptisando era quase incestuosa. A criança não durou um ano, o que fez aumentar as desconfianças em relação a Inês de Castro.

Sendo o romance adúltero vivido às claras, o rei Afonso IV (que havia promulgado leis contra este tipo de situações) manda exilar Inês no castelo de Albuquerque, na fronteira espanhola, em 1344. No entanto, a distância não apagou o amor entre os dois apaixonados e, segundo a lenda, continuavam a corresponder-se com frequência. Em Outubro do ano seguinte, Constança morre ao dar à luz o futuro Fernando I de Portugal, deixando Pedro viúvo e um homem livre. Inês volta do exílio e os dois foram viver juntos para longe da corte, tendo tido quatro filhos: Afonso (morto em criança), João, Dinis e Beatriz.

Afonso IV tentou por diversas vezes organizar um terceiro casamento para o seu filho, com princesa de sangue real, mas Pedro recusa tomar outra mulher que não Inês. O velho Rei receava a influência da família de Inês, os poderosos Castro, no seu filho e herdeiro; além disso, o único filho varão de Pedro e Constança Manuel, Fernando, era uma criança frágil, e crescia a insegurança em relação à sua vida para que um dos saudáveis filhos de Inês de Castro pudesse ocupar o trono. A nobreza portuguesa também começava a inquietar-se com a crescente influência castelhana sobre o futuro rei.

O rei Afonso IV decidiu então que a melhor solução seria eliminar Inês. Depois de alguns anos no Norte, Pedro e Inês haviam regressado a Coimbra e se instalado no Paço de Santa Clara.

A 7 de Janeiro de 1355, o rei cede às pressões dos seus conselheiros, e aproveitando a ausência de Pedro numa excursão de caça, envia Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco para executar Inês. Os três dirigiram-se ao Mosteiro de Santa Clara em Coimbra, onde Inês se encontrava e degolaram-na. Tal facto, segundo a lenda, terá originado a cor avermelhada das águas que correm nesse local da Quinta das Lágrimas.

A morte de Inês fez com que Pedro se revoltasse contra Afonso IV, que responsabilizou pela morte e provocou uma sangrenta guerra civil (nunca foi). A Rainha Beatriz interveio e após meses de luta, a paz foi selada em Agosto de 1355.

Pedro tornou-se o oitavo rei de Portugal em 1357. Em Junho de 1360 faz a famosa declaração de Cantanhede, legitimando os filhos ao afirmar que se havia casado secretamente com Inês, em 1354 "...em dia que não se lembrava...". A palavra do rei, e de seu capelão foram a única prova deste casamento. Pedro perseguiu os assassinos de Inês, que tinham fugido para Castela. Pêro Coelho e Álvaro Gonçalves foram apanhados e executados (segundo a lenda, o Rei mandou arrancar a um o coração pelo peito e ao outro pelas costas, e assistiu à execução enquanto se banquetava). Diogo Lopes Pacheco conseguiu escapar para França, e foi mais tarde perdoado pelo Rei no seu leito de morte.

Pedro mandou construir dois esplêndidos túmulos no mosteiro de Alcobaça, um para si e outro para onde trasladou os restos de sua amada Inês. Pedro juntou-se a Inês em 1367, e os restos de ambos jazem juntos até hoje, frente a frente, para que, segundo a lenta "possam olhar-se nos olhos quando despertarem no dia do juízo final".

Inês de Castro tornou-se conhecida ao ter a sua história lembrada por Camões no Canto III d' Os Lusíadas, onde faz referência à «...mísera e mesquinha, que depois de ser morta foi rainha...». Foi amante e declarada postumamente esposa legítima de Pedro I de Portugal. A sua desventurada vida e controvertido casamento ainda faz com que historiadores se debrucem sobre o caso, procurando indícios se houve ou não um casamento.


Romeu e Julieta

Romeu e Julieta é uma das maiores obras da literatura mundial, tendo sido traduzida para vários idiomas. Foi escrita no século XVI pelo escritor inglês William Shakespeare e há centenas de adaptações teatrais e cinematográficas da obra

Os Montecchi e os Cappelletti, duas famílias ilustres de Verona, eram inimigos figadais. Romeu, filho de Montecchi, namorava Rosalina. Mas, ao assistir disfarsado a uma festa em casa dos Cappelletti, apaixonou-se por Julieta. Depois da festa viram como o amor era mútuo e combinaram casar em segredo, o que viria a acontecer com a ajuda de Frei Lourenço.

Mercutio, amigo de Romeu, encontrou Tebaldo da família Cappelletti, furioso e agressivo por ter visto Romeu na festa em sua casa. Romeu responde amistosamente com palavras que deixam subentender o parentesco que já existe entre eles. O seu amigo Mercutio não aceita a submissão de Romeu e desembainha a espada. É morto por Tebaldo, e Romeu acaba por entrar também na contenda, matando, por sua vez, Tebaldo e sendo posteriormente condenado ao desterro.

Depois de passar a noite com Julieta, Romeu deixa Verona e vai para Mântua. Frei Lourenço julga ser a hora de tornar público o matrimónio, pois o pai de Julieta queria obrigá-la a casar com o Conde Paris. O frade aconselha-a a tomar um narcótico que a deixará como morta durante 48 horas. Avisará Romeu, que irá buscá-la ao sepulcro e a levará para Mântua, onde serão felizes para sempre. Todavia, a mensagem nunca chega a Romeu, pois Frei Lourenço é detido no caminho.

Romeu, que toma conhecimento da morte de Julieta, compra um veneno forte e dirige-se ao sepulcro para ver a sua amada, o que consegue depois de matar em duelo o Conde Paris.

Romeu beija Julieta e bebe a taça com o veneno. Quando a sua amada acorda e vê Romeu envenenado, percebe que os planos falharam e, não encontrando sentido para a vida, apunhala-se a si mesma. Quando Frei Lourenço chega, a tragédia já está consumada. Tomando conhecimento do ocorrido, as famílias, comovidas com tão grande amor, reconciliam-se finalmente.

O beijo

Os beijos são a primeira estratégia de sedução. Depois de muitos olhares e palavras, o beijo é o primeiro passo para o contato físico

Doce
A suavidade dos lábios e a ternura dos movimentos são a estratégia principal. Carícias na face e na nuca também são extremamente importantes, porque conseguem derreter qualquer pessoa.


Arrebatador
Um beijo suave que parece uma mordida nos lábios. As mãos acariciam a nuca e depois a língua toca na área atrás das orelhas. Esta tática consegue animar qualquer pessoa, porque a sensibilidade das orelhas é altíssima.

Apaixonado
Estes beijos são adequados única e exclusivamente para momentos super apaixonados. Começa com um beijo de língua simples e vai aos poucos entrando em sintonia, transformando um beijo que seria considerado arrebatador numa ocasião super excitante. E, claro, eles não duram menos que 15 minutos...

Poemas de Amor

Transforma-se o amador na cousa amada
Transforma-se o amador na cousa amada,
Por virtude do muito imaginar;
Não tenho logo mais que desejar,
Pois em mim tenho a parte desejada.

Se nela está minha alma transformada,
Que mais deseja o corpo de alcançar?
Em si sómente pode descansar,
Pois consigo tal alma está liada.

Mas esta linda e pura semideia,
Que, como o acidente em seu sujeito,
Assim co'a alma minha se conforma,

Está no pensamento como ideia;
[E] o vivo e puro amor de que sou feito,
Como matéria simples busca a forma.

Luis de Camões

Os versos que te fiz
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que a minha boca tem pra te dizer!
São talhados em mármore de Paros
Cinzelados por mim pra te oferecer.

Têm dolência de veludos caros,
São como sedas pálidas a arder...D
eixa dizer-te os lindos versos raros
Que foram feitos pra te endoidecer!

Mas, meu Amor, eu não tos digo ainda...
Que a boca da mulher é sempre linda
Se dentro guarda um verso que não diz!

Amo-te tanto! E nunca te beijei...
E nesse beijo, Amor, que eu te não dei
Guardo os versos mais lindos que te fiz!

Florbela Espanca

História São Valentim...

Existem várias teorias relativas à origem de São Valentim e à forma como este mártir romano se tornou o patrono dos apaixonados. Uma das histórias retrata o São Valentim como um simples mártir que, em meados do séc. III d.C., havia recusado abdicar da fé cristã que professava. Outra defende que, na mesma altura, o Imperador Romano Claudius II teria proibido os casamentos, para assim angariar mais soldados para as suas frentes de batalha. Um sacerdote da época, de nome Valentim, teria violado este decreto imperial e realizava casamentos em sigilo absoluto. Este segredo teria sido descoberto e Valentim teria sido preso, torturado e condenado à morte. Ambas as teorias apresentam factores em comum, o que nos leva a acreditar neles: São Valentim fora um sacerdote cristão e um mártir que teria sido morto a 14 de Fevereiro de 269 d.C.


Quanto à data, algumas pessoas acreditam que se comemora neste dia por ter sido a data da morte de São Valentim. No entanto, outros reivindicam que a Igreja Católica pode ter decidido celebrar a ocasião nesta data como uma forma de cristianizar as celebrações pagãs da Lupercalia. Isto porque, na Antiga Roma, Fevereiro era o mês oficial do início da Primavera e era considerado um tempo de purificação. O dia 14 de Fevereiro era o dia dedicado à Deusa Juno que, para além de rainha de todos os Deuses, era também, para os romanos, a Deusa das mulheres e do casamento. No dia seguinte, 15 de Fevereiro, iniciava-se assim a Lupercalia que celebrava o amor e a juventude. No decorrer desta festa, sorteavam-se os nomes dos apaixonados que teriam de ficar juntos enquanto durasse o festival. Muitas vezes, estes casais apaixonavam-se e casavam. No entanto, e como aconteceu com muitas outras festas pagãs, também a Lupercalia foi um 'alvo a abater' pelo cristianismo primitivo. Numa tentativa de fazer uma transição entre paganismo e cristianismo, os primeiros cristãos substituíram os nomes dos enamorados dos jogos da Lupercalia por nomes de santos e mártires. Assim, conciliavam as festividades com a religião que professavam, aumentando a aceitabilidade por parte dos Romanos. São Valentim não foi excepção e, como tinha sido morto a 14 de Fevereiro, nada melhor para fazer uma adaptação da Lupercalia ao cristianismo, tornando-o como o patrono dos enamorados.